Laudos e Garrafas
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Ouvir o barulho de um bom vinho descendo pelo gargalo de uma garrafa, expandindo aromas em uma taça pode ser um grande prazer. Mas em processos sequenciais, quando um produto “engargala” em um ponto, representa um problema.

 

O conceito de gargalo foi criado por Eliyahu Goldratt, um físico que resolveu observar linhas sequencias de produção e aplicar métodos científicos para resolução. Imaginemos a sequência de procedimentos dentro de uma clínica de radiologia: solicitação do cliente, agendamento do paciente, recepção e preparo do paciente, exame, laudo e encaminhamento do exame e laudo.

 

Onde estão os gargalos? Se eles se localizam em pontos simples e de baixo custo, basta duplicá-los. Porém se eles estão localizados em etapas caras ou que exigem especialização, deve-se analisar a etapa e verificar o que pode ser feito antes ou depois dela. Deve-se fazer com que todas as etapas ociosas ajudem a etapa que apresenta o gargalo.

 

Exemplo: se o gargalo for um equipamento de tomografia, deve-se trabalhar para que o paciente apenas sente no equipamento execute o exame e libere o espaço, ou seja, ele já deve ter tirado antes todos os objetos que possam interferir no exame, todas as instruções sobre como se comportar devem ter sido providenciadas antes. A sala do equipamento deve ser somente para exames, não deve ser vestiário ou ponto de instruções de itens que já poderiam ter sido providenciados.

 

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